Quarta-feira, 25 de Junho de 2014

 

 

Custa menos ter uma laranja do que ter a laranjeira; custa menos ter o leite do que uma vaca; recursos finitos, direitos como desejos, desejos infinitos.



publicado por monge silésio às 11:32
 

 


 

 

 

Por aqui no burgo as mentes brilhantes do jurídico nacional têm concentrado forças na defesa da despesa; julga-se que é a Constituição que põe um bife no prato...

Em vez de discutir o que importa à Sociedade Civil e perante a inércia centenária desta, a areia e o pó consomem os neurónios lusos agora que a seleção futebolística vem justamente embora;

Todos muito atentos ao decano gestor dos silêncios do partido da oposição, ... os números não mentem.

 

O défice de 5,8% em 2013 expressa que ainda não pagamos o Estado que temos.

As taxas de juro da dívida pública estão baixas, devendo–se à anestesia da liquidez mundial, sem revelar verdadeira confiança dos mercados. Assim se caminha alegremente para uma catástrofe muito maior do que a evitada há três anos.  

 


publicado por monge silésio às 10:40

 

 

Hoje, com a febre dos "directos", qualquer irrelevância se torna manchete.

 

Um dos problemas do nosso tempo é a falta de hierarquia nas notícias. Tudo vale, desde que preencha tempo de antena ou provoque reacções em cadeia nas redes sociais - com prazo de validade cada vez mais curto.

Uma treta torna-se notícia, objeto de curiosidade (?!), de paleio sem qualquer substância.

 

Há quem faça vénias ao fenómeno, em nome da suposta "democratização" da informação.

Mas informação não é isto.

E não existe democracia digna desse nome sem informação séria, credível, editada e hierarquizada.



publicado por monge silésio às 10:03
 
Junho 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
26
27
28

29
30