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Um criado de Chesterton escreve...

Um criado de Chesterton escreve...

...

monge silésio, 30.11.13

 

 

 

Não haja dúvidas que a modinha das escanzeladas, vai parar.

 

Certo? Claro. Como é eterno...

Cartas de Séneca a Lucílio (pedaço)

monge silésio, 19.11.13

 

 

 

 

 

    Mas para quê falar dos outros?

Pensa em ti: se quiseres saber quanto vales não atendas aos teus rendimentos, à tua casa ou à tua posição social, olha sim para dentro de ti, em vez de, como agora, acreditares no valor que os outros te atribuem!

 

 

subir o salário mínimo

monge silésio, 15.11.13

...há gente que raciocina como se a taxa de desemprego se situasse nos 4%;

...cada empresa pode por si, e dentro das suas possibilidades, aumentar os salários;

...desejo um salário mínimo de 1500 euros;

...realidade: aumentar o salário é um custo, numa altura de falta de crédito; mas também ...para o emprego: os menos qualificados (um grosso deste país que imaginava ser rico) ficam "des-mercados".

...estes consensos nacionais...

..."bater o pé aos credores"

monge silésio, 10.11.13

Na década de 20 do século 20, Portugal devia milhões de libras (moeda de reserva mundial na altura) e encontrava-se em incumprimento devido a obrigações com a banca britânica.

O Presidente na altura deslocou-se ao Brasil para o Centenário da Independência. Viajou no navio de pavilhão luso "Porto";entretanto, ficou o "Porto" penhorado, e de volta do Brasil, o Senhor Presidente viajou num navio paquete britânico, com bilhete pago pelos denominados pela espécie invejosa situada na antiga metrópole, "brasileiros".

 

Há uma gente em Portugal que é bom que fale...fale tanto!,... para se perceber do que estamos a falar; incapazes de síntese, por falta de análise e estudo da história, esta gente, dizia, tem o topete de interromper o discurso, vociferar, quando perante a clareza e evidência matemática se dizem as coisas.

Boçalmente, acreditam que há um pote de ouro para cada português e que basta dizer "direito!" e uma moeda do pote aparece.

Esta gente não teve Aritmética (ou esqueceu-se dela) durante cinco anos de "fom fom fom" jurídico, acha que na perspetiva dos recursos escassos um direito de liberdade (como a vida ou a propriedade que, em Paz, é exercido sem custo) é o mesmo que um direito social (ex. saúde, educação, direito que executado tem um custo), analogicamente situado na Constituição.

 

Já podiam ter aprendido...com 2011, mas não. Nada foi feito, o motor estatal continua aos 100 a gastar o mesmo. Sobra um "guião", enfim uma moção para discussão noutros tempos (aquilo parecia as moções "lucas pires" na década de 80...), nunca agora (não há tempo, ...já foi).

Vamos ter repetição da história! E se os credores se fartarem?!

 

 

instrução

monge silésio, 08.11.13

 

 

 

" O aluno está hoje no centro da aprendizagem, desfocando o papel do professor. Os gregos pensavam na educação como um “pacote” completo: professor e aluno, devíamos continuar a fazer o mesmo. Quando num país se pensa que as novas tecnologias, os artefactos, são a solução então há pouco a fazer.

O ensino dos gregos era de uma grande proximidade entre o professor e o aluno e conferia um papel extremamente importante ao professor. E também eu digo que a literatura deve ser levada mais cedo às escolas, e não só os textos mais utilitários… as crianças não podem apaixonar-se por aquilo que não conhecem, deve ser-lhes proporcionado um vasto leque de textos sem a pretensão utilitarista. Grande parte do que somos é o que lemos. "

 

Aqui:  http://dererummundi.blogspot.pt/2013/11/sobre-o-valor-do-conhecimento.html

 

Nem mais.