Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

A foto representa pontos de carregamento elétrico.

Segundo o jornal Expresso cada um deles foi usado 20 vinte vezes no ano.

 

Como repetidamente aqui se diz, os governos, câmaras, institutos, regiões autónomas, não querem saber da economia "pública".

Gerem o dinheiro dos impostos numa ideia de conservação partidária no Poder, ou pelo menos, gere-se o prejuízo com a minimização das perdas (perdem-se generais, ficam tenentes e coronéis, quatro em quatro anos).

Sob as ideias "desenvolvimento regional", "suprimento das necessidades das populações" e outras tretas com mais ou menos plástico no discurso, enganam tolos e parolos.

Quem quer fazer caridade, fá-la. Não é preciso que alguém em abstrato diga que faz, ou que se teorize fazer.

A ideia do "social" é na linguagem dos últimos 20 anos expressão de um roubo constante.

 

Como alguém diz "Uma fantasia parola, executada por um grupo de parolos e apoiada por um conjunto ainda maior de outros parolos, alguns dos quais pertencentes ao inner circle da actual "situação".

Paguem parolos que nós tolos em quem vocês gentilmente, educadamente, respeitosamente "acham" excelentes, agradáveis, "boas pessoas" votaram emitimos fatura: 15 milhões de euros.

 



publicado por monge silésio às 12:27
 
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