Domingo, 10 de Novembro de 2013

Na década de 20 do século 20, Portugal devia milhões de libras (moeda de reserva mundial na altura) e encontrava-se em incumprimento devido a obrigações com a banca britânica.

O Presidente na altura deslocou-se ao Brasil para o Centenário da Independência. Viajou no navio de pavilhão luso "Porto";entretanto, ficou o "Porto" penhorado, e de volta do Brasil, o Senhor Presidente viajou num navio paquete britânico, com bilhete pago pelos denominados pela espécie invejosa situada na antiga metrópole, "brasileiros".

 

Há uma gente em Portugal que é bom que fale...fale tanto!,... para se perceber do que estamos a falar; incapazes de síntese, por falta de análise e estudo da história, esta gente, dizia, tem o topete de interromper o discurso, vociferar, quando perante a clareza e evidência matemática se dizem as coisas.

Boçalmente, acreditam que há um pote de ouro para cada português e que basta dizer "direito!" e uma moeda do pote aparece.

Esta gente não teve Aritmética (ou esqueceu-se dela) durante cinco anos de "fom fom fom" jurídico, acha que na perspetiva dos recursos escassos um direito de liberdade (como a vida ou a propriedade que, em Paz, é exercido sem custo) é o mesmo que um direito social (ex. saúde, educação, direito que executado tem um custo), analogicamente situado na Constituição.

 

Já podiam ter aprendido...com 2011, mas não. Nada foi feito, o motor estatal continua aos 100 a gastar o mesmo. Sobra um "guião", enfim uma moção para discussão noutros tempos (aquilo parecia as moções "lucas pires" na década de 80...), nunca agora (não há tempo, ...já foi).

Vamos ter repetição da história! E se os credores se fartarem?!

 

 



publicado por monge silésio às 10:57
 
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