Quinta-feira, 13 de Junho de 2013

 

 

...depois de falar na agricultura (que a destruiu), Cavaco mostra os dentes ... na Europa. 

Apela à memória, o seu cunho pessoal, o seu saber-fazer, a sua "história"...o resto daquela gente (os Delors e comparsas), diz, já está reformado, os Kohl´s, os Chirac´s, enfim. Pois é, era fácil ser-se governante quando havia dinheiro. Não há. E quando não há por nossa culpa, não há solidariedade.

Mas o PR acha que a Europa vai ouvi-lo, como se fosse a única esperança vivente ainda no poder político. Das duas uma, ou não querem perceber, ou percebem e vão empurrando para a frente o problema.

O mundo mudou. O capital escoa-se da Europa, foge mesmo, e vai atrás de quem o trata bem. E assim, milhões de seres humanos começam a ver as suas condições de vida melhoradas seja na América do Sul, ou em África.

A Europa continua no regulamento, na portaria, no papel, no direito à custa de um anónimo ou de uma ilusão, a fazer "paraíso" em comunhão, a reflectir numa realidade inexistente.

...mas Cavaco apela à união, à "Europa"...o seu apelo já não é a falência de Portugal em que participou, mas a de um continente.



publicado por monge silésio às 22:34
 
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