Terça-feira, 04 de Junho de 2013

 

Passaram-se dois anos.

A lenga-lenga dos “crescimentistas” e do “fora a troika” é a mesma.

9468 quilómetrosde estrada (num país sem fontes energéticas), 612 edifícios para universidades e escolas e  2 mil milhões de euros no abate de embarcações de pesca nada dizem aos portugueses a não ser “sardinha assada” e balões, empresários encostados e militantes partidários expectantes, votos e conversa.

A realidade começa a formar-se por necessidade, uma vez que a incompetência reinante percebeu que “cortes” é coisa de gente simplória com aparente ar de estudo.

É o próprio Estado que vai ter de diminuir a sua intervenção em áreas que apareceram nos últimos 60 anos e a isto chama-se reforma do Estado. Confundir o Estado (Segurança, Defesa, Justiça) com as coisinhas que o Estado dá é não perceber onde estamos e para onde vamos.



publicado por monge silésio às 16:26
 
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