Sábado, 06 de Abril de 2013

http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20130187.html

 

Em cima encontra-se a ligação ao recente acordão do Tribunal Constitucional que vai tirar aos credores cerca de 0,75% do PIB.

 

Em vez daquilo, impõe-se agora outras medidas do lado da Despesa.

 

O tempo da Justiça não é o tempo do "achar" dos jornalistas e comentadores furtivos encostados ao Poder.

 

Mais uma vez o sagrado direito da propriedade (salários) e o conceito de dignidade da pessoa humana (princípio constituinte, art. 1º da Constituição) não foram atendidos (apesar de alguns votos de vencido).

 

Obviamente cada juiz não segue a partidarite, o circo nem o adro e sua procissão. Só a acefalia reinante assim o julga. Segue o Direito, e de acordo com uma visão ideológica do mundo e da vida. É ler, e lendo percebe-se a resolução do conflito de princípios através do discurso necessariamente jurídico e só jurídico.

Impunha-se algum conhecimento de economia, mas para tanto os juristas alheiam-se. Mas repete-se direitos são desejos, desejos são ilimitados...os recursos limitados.

 

Se quiserem mudem o Direito, para tanto mudando o Povo que nele vota.

Urge cortar onde sempre se disse que se impunha cortar de início: coisinhas, tiranetes locais, crostas fiduciárias.

 

Nasceu um novo paradigma. Agora é saber ... saber ... e não ir ao mais fácil por não...saber.

Estamos sob Ocupação invisível, e quem assinou deverá governar.



publicado por monge silésio às 07:15
 
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