Quinta-feira, 21 de Março de 2013

Caro L.R., em relação ao debatido:

Um banco deve falir. E os seus depositantes devem arcar com as consequências...; não há outra forma. Quem quer viver com alguma segurança, informa-se, sabendo que as circunstâncias mudam, e tudo muda. Esta coisa do estar parado não existe.

A banca é um negócio arriscado porque os bancos são empresas altamente alavancadas.

Num  sistema bancário de reservas fraccionárias, os "depósitos" não são depósitos (ou seja, contratos relativos aos serviços de custódia) mas antes empréstimos aos bancos e, como tal, empréstimos a negócios altamente alavancados.

A maioria das pessoas nos países desenvolvidos acostumou-se a não se preocupar com a saúde de cada um dos bancos individualmente considerados.

Elas têm sido, ao longo de décadas, levadas a acreditar que todos os bancos são regulados pelo Estado e, em última análise, protegidos pelo estado.

 

É verdade, mas apenas na medida necessária para que os bancos possam assumir riscos ainda maiores e se alavancarem ainda mais.

A "protecção" do estado criou agora um monstro bancário que está engolindo os recursos do próprio estado.



publicado por monge silésio às 10:45
 
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