Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012

...tenho como firme que a sociedade civil ainda não percebeu. Tinha dado conta da crostra de ignorância que pululava há cerca de um ano e meio. Essa ignorância tinha gravidade quando era possuída e acarinhada pela elite nacional (juristas, engenheiros, ministros).

 

...num recente encontro, dedicado ao tema das "coisinhas", vejo na plateia uma chusma de autarcas-menores, os das juntas.

 

...perante as expressões "década de 70", "padrão-ouro", "ilusão da criação", "fundos comunitários", "obra", "desindustrialização", acenavam incomodados com o "desenvolvimento das populações", "bem-estar da terra".

 

... o que foi dito foi já aqui repetido, e há duas décadas assumido, perante as hodas de universitários, elite dirigente, e colegas contra, recebendo epítetos de "radical", "neoliberal", etc.. Como se vê e se constata não são as palavras que mudam o que se vê e já era previsível. Mas enfim.

 

...olhei aquela gentinha tonta (há excepções, poucas mas há) e vi os destroços semelhantes às Ardenas no primeiro conflito mundial. Esta gente qual Maria Antonieta vai ser toda banida...

 

Exagerando e amplificando o dito, na altura, li algumas das conclusões do último Congresso do PC Chinês. Percebi que já eram pérolas ... incompreendidas.



publicado por monge silésio às 13:38
 
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