Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012

 

(...)

Lemos centenas, milhares, de livros e artigos de filosofia, de história, de sociologia, de ciência política, até de crítica literária – para não falar dos que chegam do lado das ciências da natureza ou do direito – e raramente encontramos exemplos nos quais a harmonia do texto, a precisão e a sedução da narrativa, condições essenciais para segurar e para viciar o leitor, se mostrem de uma forma equilibrada. Mas quando isso acontece o autor de não-ficção sai do seu pequeno mundo «especializado» e oferece-se ao interesse de um público muito mais vasto e menos circunstancial. Transforma-se então, por direito próprio, num escritor.

http://aterceiranoite.org/2012/10/21/o-nao-ficcionista/



publicado por monge silésio às 00:08
 
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