Domingo, 29 de Dezembro de 2013

Neste caderno de notas, não se dá grande valor a autarquias. Prova da falta de imaginação nacional, três centenas de pequenos nichos de clientelas...

...o "são desenvolvimento local", ou o "aproximar do poder às reais intenções e aspirações locais" contribuíram em medida não conhecida (alguém já somou a dívida a médio e longo prazo autárquica nacional ?) para a bancarrota iniciada com o segundo governo de José Sócrates, mas prevista há uma década, estando as suas raízes na política social e económica do atual PR.

....com honrosas exceções, destruíram as vilas e cidades de Portugal a troco de tretas da construção civil, benesses do poder central, ou alvíssaras...partidárias.

....a geografia nacional impõe um modelo administrativo mais vasto o qual para não haver conversa mole e inútil bem poderia começar nessa unidade territorial chamada distrito. Tantas câmaras como distritos, num mundo de "mails" e não de pombos correio, num mundo de "ICs" e não de coche.

 

 Ora, o caso de Lisboa merece respeito.

Só há uma função absolutamente imprescindível a uma Câmara Municipal: é tratar da higiene urbana, onde se inclui  a recolha diária do lixo. Não é inventar "projetos", nem dar rebuçado ou coretos...para mais tarde pagar.

Vejo as reivindicações dos lixeiros: menos 4 "juristas" municipais, 8 arquitetos, e dois carros a menos faziam com que Lisboa ficasse limpa.

 



publicado por monge silésio às 21:24
Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

A foto representa pontos de carregamento elétrico.

Segundo o jornal Expresso cada um deles foi usado 20 vinte vezes no ano.

 

Como repetidamente aqui se diz, os governos, câmaras, institutos, regiões autónomas, não querem saber da economia "pública".

Gerem o dinheiro dos impostos numa ideia de conservação partidária no Poder, ou pelo menos, gere-se o prejuízo com a minimização das perdas (perdem-se generais, ficam tenentes e coronéis, quatro em quatro anos).

Sob as ideias "desenvolvimento regional", "suprimento das necessidades das populações" e outras tretas com mais ou menos plástico no discurso, enganam tolos e parolos.

Quem quer fazer caridade, fá-la. Não é preciso que alguém em abstrato diga que faz, ou que se teorize fazer.

A ideia do "social" é na linguagem dos últimos 20 anos expressão de um roubo constante.

 

Como alguém diz "Uma fantasia parola, executada por um grupo de parolos e apoiada por um conjunto ainda maior de outros parolos, alguns dos quais pertencentes ao inner circle da actual "situação".

Paguem parolos que nós tolos em quem vocês gentilmente, educadamente, respeitosamente "acham" excelentes, agradáveis, "boas pessoas" votaram emitimos fatura: 15 milhões de euros.

 



publicado por monge silésio às 12:27
 
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