Segunda-feira, 28 de Outubro de 2013

1. O CDS (retomado ao socialismo) vem alimentar o desejo de aumento de salário mínimo.

 

2. Se no Luxemburgo o salário m´nimo é de 1864 euros, se na Irlanda é de cerca de 1400 euros como na França, é certo que na República Checa é de 308 euros e na Polónia é de 369 euros; e também há aqueles que não têm salário mínimo, sendo algo a fixar em acordo coletivo de trabalho, i. e., por cada setor ou atividade (Finlândia, Alemanha, Dinamarca, Áustria).

 

3. O salário é o preço pelo trabalho e tem em conta o mercado interno. No Mali, o salário é de quanto? E no Uganda? Porquê?

 

4. O CDS falhou na defesa dos "adquiridos" das pensões (tudo ou nada é adquirido...mas enfim). Volta-se para os "trabalhadores"...na defesa do salário mínimo. Muito me engano, ou caso nada mude mesmo, esse salário que o CDS diz que é mínimo, bem pode ser o médio. 



publicado por monge silésio às 10:57
Domingo, 27 de Outubro de 2013

 

1. Desde a formação do Estado que se busca informação sobre outro Estado, de Impérios sobre outros Impérios, enfim como no microcosmos um vizinho sobre outro vizinho. O que é anormal é a atitude de virgem ofendida. Fragilidades.

 

2. Só há duas vias: segundo resgate ou atenção redobrada pelo banco emitente do euro. Não há outra via de acordo com as condições presentes. Só o irrealismo de alguns acha que após o programa de ajustamento podíamos ser como dantes; basta observar o país, quase tudo na mesma. Fragilidades.

 

3. Mais uma patuscada "anti-troika". O homo lusitanus construído de Cavaco a Sócrates no seu lamento e queixume. O osso tirado, o rosnar da cadela. Fragilidades.

 

4. António J. Teixeira na SIC N conduziu uma excelente (mais uma!) entrevista. Não opina, não "conversa". Não se eleva ou diminui perante o entrevistado: coloca este na sua atenção. Apesar de ideias contrárias às deste criado, também Carlos do Carmo vê em Cavaco muito dos nossos males. A Direita Portuguesa é idiota (é a direita que se diz de "centro"), idiota (gosta do embrulho salazarento e paroquial), idiota (move-se n curto prazo), idiota (tem apreço pela ignorância dos outros sendo orgulhosamente inculta) e idiota (aristocrática nos trejeitos e no libré só, plebeia até dar ranço nas ideias). Onde pára a Direita que questionou Maastricht? Onde pára a Direita que não se verga, nem lambe, nem bajula a Europa? Onde pára a Direita serena e firme que nem rocha no mar revolto? Onde pára a Direita do discurso substantivo, do ódio ao jogo palaciano da política? Onde pára a Direita do mito, da heroicidade para consigo mesmo, da solidão solidária e fraterna? Onde pára a Direita qu vê no Estado um telhado mas nunca divisórias, tronos, mordomias? Fragilidades.



publicado por monge silésio às 22:30
Sábado, 26 de Outubro de 2013

 

 

As criadas, da espécie sopeira (!...havia hierarquia, não sabiam?!!),  deste país, a maioria, nos gabinetes sob guardanapos ao peito, berloques académicos pagos com o dinheiro dos outros, têm já um assunto: a violência doméstica do ex-ministro e da apresentadora de tv.

 

Não há alguém que lhes diga "é convosco!".



publicado por monge silésio às 12:12
Sábado, 26 de Outubro de 2013

 

Numa entrevista, na década de 80, ao "comércio do Porto"...

"Quanto à «economia paralela», começo por lhe observar que é, essa, uma designação eufemística. A sua designação correcta é a de «economia clandestina». Quer dizer: uma economia cuja actividade se exerce à margem das leis estabelecidas, o que é condenável. Mas se observarmos que essas leis são contrárias aos justos direitos dos homens, como o direito de cada um ser dono do que é seu, trabalhar no que entender, produzir o que quiser, vender e comprar por livre contrato, não ver extorquidos pelos impostos os seus salários e os seus lucros, então a economia clandestina nada tem de condenável, é um factor de prosperidade que está compensando os Portugueses dos erros da política económica do Estado, uma luta pela liberdade contra a servidão que conta já com um milhão de combatentes. A isto nos trouxe o socialismo: os Portugueses têm no Estado o seu primeiro inimigo!"


publicado por monge silésio às 11:54
Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013

É Daniela, uns vão pagar todos os direitos adquiridos...; interessante é ouvir alguns dos candongas do comentário político (Ferreira Leite p. ex.)... que supõem que há dinheiro, que os credores estão sujeitos aos nossos desejos, enfim, a Humanidade é um sítio sempre feliz, exigente de felicidade...

 

 

 

"

Agouros à parte, – e não entrando no vitimismo e fatalismo da Deolinda – eu sou de uma geração que chega aos 20 sem ilusões, aos 30 sem casa, aos 40 sem filhos, aos 50 sem paciência e aos 60 ou 70 sem reforma. E de quem é a culpa? É conveniente reflectir sobre isso, já que uma parte é explicada pelas próprias escolhas e prioridades individuais características dos tempos que vivemos, explicadas em grande parte por um individualismo pernicioso que assenta na desresponsabilização pessoal amparada pela estatização completa da vida em sociedade. "

 

Aqui: http://oinsurgente.org/2013/10/24/uma-implosao-constitucionalissima/



publicado por monge silésio às 10:30
Quinta-feira, 24 de Outubro de 2013


publicado por monge silésio às 14:12
Domingo, 20 de Outubro de 2013

"
A primeira moeda de reserva foi a libra esterlina britânica. Porque a libra era tão "boa quanto o ouro", muitos países consideraram, durante a era do padrão-ouro, que seria mais conveniente deter libras em vez do próprio ouro.

(...) Perto do fim da II Guerra Mundial, foi atribuído ao dólar dos EUA esse estatuto através de um tratado internacional, na sequência do Acordo de Bretton Woods.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) foi formado com o expresso propósito de monitorizar o compromisso da Reserva Federal para com Bretton Woods assegurando que o Fed não inflacionaria o dólar e respeitaria o compromisso de trocar dólares por ouro ao câmbio de 35 dólares americanos por onça.
Desta forma, os países confiavam que os dólares que detinham para fins comerciais eram tão "bons quanto o ouro", como tinha ocorrido em tempos com a libra esterlina.
Todavia, o Fed não manteve o seu compromisso para com o Acordo de Bretton Woods e o FMI não tentou forçá-lo a deter o ouro suficiente para honrar, em ouro, toda a sua moeda em circulação, ao câmbio de 35 dólares por onça. O Fed foi testado nos finais da década de 1960, primeiro pela França e depois por outros países, até que as suas reservas de ouro atingiram níveis tão baixos que só lhe restavam duas alternativas: ou revalorizar o dólar a uma taxa de câmbio mais alta, ou revogar as suas responsabilidades quanto a honrar a troca, integral, de dólares por ouro. Para sua vergonha eterna, os EUA escolheram a última opção e "saíram do padrão-ouro" em Setembro de 1971.
Não obstante, o dólar continuou a ser utilizado pelas grandes nações comerciais, porque ainda executava a função útil de meio de pagamento no comércio internacional. Não havia outra moeda que pudesse ombrear com o dólar, apesar do facto de ele ter sido "desligado" do ouro.
Há duas características numa moeda que a tornam útil no comércio internacional: uma primeira, é ela própria ser emitida por uma grande nação comercial, e, a segunda, que a moeda mantenha o seu valor relativamente às demais commodities ao longo do tempo. Estes dois factores criam uma procura para deter uma moeda como reserva.
Embora o dólar estivesse sendo inflacionado pelo Fed, desta forma perdendo valor relativamente às outras commodities ao longo do tempo, o facto é que não havia nenhuma competição real.
Hoje estamos a assistir ao início de uma mudança.
O Fed tem vindo a inflacionar o dólar massivamente (imprime moeda), reduzindo o seu poder de compra em relação às demais commodities, levando muitas das maiores nações comerciais do mundo a usar outras moedas em algumas ocasiões.
O dólar sujeita-se a perder a sua ostensiva posição de moeda de reserva quando o primeiro grande país interveniente no comércio internacional pare de inflacionar a sua moeda. A China aumentou as suas reservas de ouro e instituiu controlos para evitar que saia ouro da China. Caso a segunda maior economia do mundo e uma das maiores nações comerciais do mundo estabeleça uma ligação entre a sua moeda e o ouro, a procura de yuan irá aumentar e a procura de dólares diminuir. Xeque-mate.
Em termos práticos, isto significa que as maiores nações comerciais do mundo iriam reduzir as suas posições em dólares, e os dólares mantidos no exterior iriam fluir de volta à economia dos EUA, provocando a subida dos preços. Em quanto aumentariam? É difícil dizer, mas tenhamos em mente que existe uma quantidade de dólares fora dos EUA igual à que existe dentro dos EUA. "
A bomba está muito próxima do estouro. Adiou-se o problema. Chama-se dólar.


publicado por monge silésio às 20:21
Domingo, 20 de Outubro de 2013

 

 

Antes de tudo, a perspicácia para perceber a razão do Estado no lado do Mal;

Arendt, mal, banalidade, ...homens do Direito ou do direito:

 

Aqui: http://malomil.blogspot.pt/2013/10/a-malignidade-do-banal.html



publicado por monge silésio às 19:32
Quinta-feira, 17 de Outubro de 2013

 

 

10´50´´

 

 

http://videos.sapo.pt/rL53lZFrSu8iTfzOyYB6



publicado por monge silésio às 17:54
Sábado, 12 de Outubro de 2013

"É  politicamente desonesto, apresentar medidas de “contenção estrutural” e não tocar no mapa dos municípios.

 

É manhoso defender a “reabilitação urbanística” mas manter os licenciamentos na dependência de várias entidades incompatíveis; e o “enquadramento” e o “traçado” como conceitos jurídicos (a decidir por burocratas).

 

É uma vigarice chamar “eficiência energética” a uma legislação que obriga os consumidores a gastar mais energia. É um insulto chamar “requalificação” ao purgatório dos desempregados do Estado.

 

É irresponsável manter a Educação numa bandalheira mas considerar que o entretenimento do povo (como festas, cantorias, teatrinhos, “instalações”, fungagás, piquenicões, concertinas e foguetórios) é uma função do Estado Social." (Margarida Penedo, aqui referida...http://oinsurgente.org/2013/10/12/112261/

 

Nem mais.

Lembrando antigos...a este bando de socialistas feitos Governo.

 

"O socialismo, como as velhas ideias de onde é originário, confunde o Governo com a Sociedade. É por isso que, de cada vez que nos opomos a que uma coisa seja feita pelo Governo, os socialistas concluem que nos opomos a que ela seja feita de todo. Não concordamos com a educação estatal; como tal, os socialistas dizem que nos opomos a qualquer tipo de educação. Não concordamos com uma religião do Estado; então, os socialistas dizem que não queremos nenhuma religião. Não concordamos com uma igualdade imposta pelo Estado; pelo que somos contra a igualdade, etc. É como se os socialistas nos acusassem de não querer que as pessoas comessem por não concordarmos com que o estado cultive cereais."
Frédéric Bastiat


publicado por monge silésio às 12:58
 
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