Sábado, 22 de Dezembro de 2012

 

 

...um piloto de aviões pode ganhar mais do que um condutor de camiões, mas só se tiver aviões (capital) para pilotar.

Se tudo o que tiver for uma carroça, ganhará o mesmo que um carroceiro, mesmo que tenha educação para ser piloto...



publicado por monge silésio às 19:56
Sábado, 22 de Dezembro de 2012

 

Eis aqui um exemplo, este descarado sem arte nem engenho, de ...(olhe, julgue o leitor) :

 

http://www.cm-rpena.pt/images/editor/file/Psicopedagogia%20Curativa%20e%20Teologia%281%29.pdf



publicado por monge silésio às 19:50
Sábado, 22 de Dezembro de 2012

1.- Não queria publicamente dizer algo sobre isto. Mas enfim..Neste país o capitalismo é de facto perigoso, o pessoal não está habituado...; lembram-se da PT? Agora é privada, e está no mundo, e o contribuinte usa os seus serviços, pagando, mas sem que pague para existir...e com possibilidade (escolha) de não pagar.

 

2.- Quem vai pagar os 500 milhões do passivo da"coisa" do Brasil? Quem vai pagar a dívida acumulada de 1.500 milhões da empresa?Quem vai garantir emprego aos milhares deempregados da TAP que deverão ser despedidos nos próximos dois anos, após cortes em pessoal já decretados na Iberia, British Airways, Air France e Lufthansa? Como se fará a renovação da fronta existente, hoje obsoleta, conhecida a interdição da UE a qualquer injecção de capitais públicos em transportadoras aéreas de bandeira? Enfim...(como se vê: há gente que imagina que há dinheiro ainda)



publicado por monge silésio às 16:44
Sábado, 22 de Dezembro de 2012

Aqui,

 

http://aterceiranoite.org/2012/12/21/filosofia-ao-domicilio-1/



publicado por monge silésio às 16:40
Sábado, 22 de Dezembro de 2012

 

 

Aqui,

A imagem,essa traidora do íntimo

 

http://www.malomil.blogspot.pt/2012/12/sera-legitimo_21.html

 

 

Aqui,

Estado Social

 

http://www.malomil.blogspot.pt/2012/12/refundacao-do-estado-social-reflexoes.html



publicado por monge silésio às 16:30
Sábado, 22 de Dezembro de 2012

 

1.

Ontem, assisti com tristeza ao rosário debitado na assembleia do povo de dezenas de topónimos, lugarejos, enfim locais que recebem o nome legal de freguesias. Fusão ou lá o que chamam (as tais moscas…). Aquelas almas, naquele lugarejo que já causou a falência do país por três vezes, estendiam o braço monocordicamente. Alguns, os hipócritas, abstinham-se quando eram referidos os locais deles ou próximos. Que diabo, participavam no assassínio de outros lugarejos mas …o deles…abstinham-se. Há gente que não sabe o que é ser deputado. Aquelas almas elevaram a sua circunstância ao voto. Eu não votei em “x” por ser do distrito de Aveiro (a maioria não era…), votei num partido, numa doutrina, numa convicção aliada à minha mundividência do mundo que quero ver para todos…mas aquelas alminhas desabotoadas de espírito, encaixadas numa verborreia de fazer dó lá estendiam o braço enquanto mascavam a pastilha elástica qual fedelho em plena missa sem pais ou vizinhos que não sabem nada de Administração do Tabefe (curso que ainda não foi extinto porque para mal dos nossas gerações futuras não existe).

 

2.

O mais fácil. O mais fácil é juntar organismos de competências limitadas … mas com alma de coesão muito forte.  Somos da freguesia, não somos da tiririquice volátil de vila/comarca/cidade/câmara, ao gosto do “espertalhão” arrumado em S. Bento (perdoe-se-me o santo!). Somos fregueses de algo numa comunidade de memória, acções significativas  escolhidas e repetidas (tradições), e estamos localizados em algo com que nos identificamos. É a freguesia o núcleo da localidade no ser participativo. O mais fácil. Câmaras, deleitosamente alcunhadas de municípios, ficam para a horda ir lá de bicha e cartão na mão fazer a vénia a meia-dúzia daqueles cujas mães não têm culpa (ou se a têm, não é para aqui chamada) e destroem o tecido nacional porque brincam ao “business” com empreiteiros, impulsionam actividades “culturais” de fazer dó nas Cerci´s, escolhem amizades naquilo que chamam política mas nada mais é que o grupelho em que estão encaixados sem sombra de convicção sobre o assunto. O ano 2013 vai ter dessa lengalenga porque não há povo para dizer “basta” pois é o mesmo povo que conduz à repetição da bancarrota. Já há muito não participo nessa brincadeira de mau gosto (como sei que muitos), e a última vez votei na freguesia só (na década de 90), tendo obviamente inutilizado os outros bilhetes que me entregaram. Votei num homem, num homem bom, num homem de sangue e pulso, capaz de os mostrar a algum tiranete, um homem de ideias e convicções sobre a Humanidade (que não são as minhas), e que por elas sofreu 6 anos numa masmorra que o Estado-da-Altura o encaminhava por pensar. Votei porque, conhecendo as competências do órgão sob eleição, sabia que o partido era só um quadrado a colocar uma cruz. Votei porque era um símbolo de uma comunidade que seja à esquerda seja à direita (que muitos gostam de esquecer). Mas regressemos: foi feito o mais fácil. É sempre o mais fácil que a Tirania escolhe para a populaça distraída se deleitar a conversar.

 

3.

Se substituíssem as actuais câmaras pelas capitais de distrito, mantivessem as freguesias, a reforma do Poder Local seria mais eficiente, limpando o pó de dezenas que aqui e ali se banam, dizendo “trabalham”. Abanam porque não há nada para trabalhar, bastando ler as competências municipais e os dias de hoje (a internet p. ex.) para se perceber que aquela gente faz menos que o coitado do pombo-correio ou do equídeo quando há décadas ainda transportava papelada daqui para ali e para acolá. Abanam-se no meio de favores, invejazinhas vicinais com prejuízo para o contribuinte, ...abanam-se mostrando os dentes de ressabiada e grotesca experiência do poder, pondo graxa na alma daquele que muda ou não a tempos mas que...enfeudado em interesses vai engordando a alma daqueles que lhe vão dando importância. Salvo uma dezena de excepções, os municipios portugueses participaram na desgraça que hoje vemos; só que agora, não há dinheiro, e nada pode ficar na mesma. A extinção de algumas freguesias foi um corte na memória, na justa participação directa para além dos interesses, a extinção de mais de duas centenas de municípios eram um corte na vilania reinante. 



publicado por monge silésio às 15:57
Sábado, 22 de Dezembro de 2012

 

 

http://quetzal.blogs.sapo.pt/2012/12/

 

 

 

Seja o livro de Vargas Llosa seja o texto acima referido mostram que nem tudo está perdido...pois há consciência! A consciência do naufrágio. A que praia parar?

 

 

"

A cultura sempre estabeleceu categorias sociais entre os que a cultivavam, a enriqueciam com contributos diversos, a faziam progredir e aqueles que não se entendiam com ela, a desprezavam ou ignoravam, ou dela era excluídos por razões sociais ou económicas. Em todas as épocas históricas, até na nossa, numa sociedade havia pessoas cultas e incultas e, entre os dois extremos, pessoas mais ou menos cultas ou mais ou menos incultas... (...) No nosso tempo tudo isso mudou. A noção de cultura alargou-se tanto que, ainda que ninguém se atreva a reconhecê-lo de maneira explícita, se esfumou. Tornou-se um fantasma inapreensível, multitudinário e simbólico. Porque já ninguém é culto se todos julgarem sê-lo ou se o conteúdo do que chamamos cultura for de tal forma adulterado que todos possam justificadamente julgar que o são." (p. 62)

 

"O sinal mais remoto deste processo de empastelamento e confusão progressivos do que representa uma cultura foi dado por antropólogos, inspirados, com a melhor boa-fé do mundo, numa vontade de respeito e compreensão pelas sociedades primitivas que estudavam. (...) " (idem)

 

"O fim não podia ser mais generoso, mas, como se sabe pelo famoso ditado, o inferno está cheio de boas intenções. Porque uma coisa é acreditar que todas as culturas merecem consideração dado que em todas há contribuições positivas para a civilização humana, e outra, muito diferente, acreditar que todas elas, pelo simples facto de existirem, se equivalem" (idem)

 

"Na civilização do espetáculo a política sofreu uma banalização talvez tão pronunciada como a da literatura, do cinema e das artes plásticas, o que significa que nela a publicidade e os seus slogans, lugares-comuns, frivolidades, modas e tiques, ocupam quase inteiramente o trabalho antes dedicado a razões, programas, ideias e doutrinas." (p. 47)

 



publicado por monge silésio às 01:07
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012



publicado por monge silésio às 16:01
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012

1.-Bruxelas lembra os riscos de um processo de consolidação que, no próximo ano, será feito em 80% pelo lado da receita.

 

2.-Obviamente os 4 mil milhões a cortar nos serviços estatais do Estado Social não chegam...



publicado por monge silésio às 15:46
Sábado, 15 de Dezembro de 2012



publicado por monge silésio às 11:07
 
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