Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012

...tenho como firme que a sociedade civil ainda não percebeu. Tinha dado conta da crostra de ignorância que pululava há cerca de um ano e meio. Essa ignorância tinha gravidade quando era possuída e acarinhada pela elite nacional (juristas, engenheiros, ministros).

 

...num recente encontro, dedicado ao tema das "coisinhas", vejo na plateia uma chusma de autarcas-menores, os das juntas.

 

...perante as expressões "década de 70", "padrão-ouro", "ilusão da criação", "fundos comunitários", "obra", "desindustrialização", acenavam incomodados com o "desenvolvimento das populações", "bem-estar da terra".

 

... o que foi dito foi já aqui repetido, e há duas décadas assumido, perante as hodas de universitários, elite dirigente, e colegas contra, recebendo epítetos de "radical", "neoliberal", etc.. Como se vê e se constata não são as palavras que mudam o que se vê e já era previsível. Mas enfim.

 

...olhei aquela gentinha tonta (há excepções, poucas mas há) e vi os destroços semelhantes às Ardenas no primeiro conflito mundial. Esta gente qual Maria Antonieta vai ser toda banida...

 

Exagerando e amplificando o dito, na altura, li algumas das conclusões do último Congresso do PC Chinês. Percebi que já eram pérolas ... incompreendidas.



publicado por monge silésio às 13:38

 

 

O PIB português foi de cerca de 171 mil milhões de euros em 2011 (a descer).

 

As transferências sociais pairam pouco acima dos 25 por cento. Ou seja, assim por alto, uns 42,5 mil milhões de euros. Portanto, se retirarmos a isto 4 mil milhões de euros, e tal, ...

 

Lembram-se daqueles maduros que há um ano falavam dos gestores das EP´s? Dos BM´s?

 

Olhem para trás...não eram ridículos?

 

 



publicado por monge silésio às 13:19
 
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