Domingo, 30 de Setembro de 2012

"Alexandre Soares dos Santos concorda com António Borges. O patrão da Jerónimo Martins considerou ainda assim infelizes as acusações do consultor do Governo para as privatizações ao chamar “ignorantes” aos empresários portugueses que criticaram a intenção de mexer na taxa social única (TSU). "

 

Como os portugueses não ouviram o discurso todo de António Borges, mas tão só a parte "coisa e tal", Alexandre Soares dos Santos é o eleito para "concordar" com António Borges, apesar de este ter sido claro...enfim.



publicado por monge silésio às 17:43
Domingo, 30 de Setembro de 2012

1. Parabéns à CGTP! Conseguiu colocar o Terreiro do Paço com mais gente que muitas inaugurações que andamos a pagar.

 

2. Conversa do "ignorante", "racionamento", "não era competente para trabalhar na empresa" (ou coisa parecida) mostra que neste país ainda se pensa que há dinheiro nosso para perder tempo com "feelings".

 

3. Num debate havido, e perante os diversos dizeres de diferentes personagens, a grande maioria juristas, fico com a sensação "Titanic". Ainda se dança, ainda se toca, enquanto se afunda.

 

4. Num país em que no século passado matou-se um princípe regente, um chefe de estado, e em que, entre muitas outras obscenidades, se jogou à bola com cabeças de seres humanos ainda muitos acham que é de "brandos costumes".

 

5. Foi na 5ª avaliação que a Grécia virou ao avesso...

 

 



publicado por monge silésio às 16:27
Sábado, 29 de Setembro de 2012
Se com o exterior temos um défice, isso significa que compramos mais do que vendemos.
Se o estado tem um défice, isso significa que compra/sacia "direitos" mais do que arrecada em impostos.

E como é possível alimentar défices?
Ou recorrendo ao endividamento ou à impressão de dinheiro. Não me estou a lembrar de mais nenhuma.
 
Não temos impressora desde 2000...
E há 38 anos que temos défice...
Durante este período...não se compreendeu, agora corda na garganta, e baionetas...


publicado por monge silésio às 16:52
Sábado, 29 de Setembro de 2012

A Associação Nacional de Municípios propõe a aplicação de taxas municipais para equilibrar as receitas. A medida vai ser discutida no congresso extraordinário, em Santarém. São impostos que podem passar por cobrar taxas sobre a protecção civil, o impacto ambiental e as estadias turísticas.

 

Depois de terem destruído nos últimos vinte anos o ordenamento do território, criando dívida atrás de dívida, e uma perceção social de clientelismo...está na hora de cobrar mais, ao mesmo, pois a mama do Poder Central e o IMI não chega, e é ano de ..., isso!



publicado por monge silésio às 15:47
Sábado, 29 de Setembro de 2012

Importa ler. Se vamos por aquilo que um bando de diplomados da “nova-era” dizem ...

 

Quanto à Alemanha. E após a decisão do Tribunal Constitucional alemão.

 

As condições da tão propalada "abertura" do B.C.E. foram:

  • Um país membro da zona do euro que queira recorrer ao BCE para que este compre seus títulos no mercado secundário — ou seja, quando os títulos estão em posse do sistema bancário — terá de fazer um pedido escrito, não basta só "falar,dizer" (a palavra do político vale zero na banca internacional neste momento).  Naturalmente, tal requerimento público trará custos políticos, constrangimento, desconfiança e até mesmo uma mácula para o governo em questão.  Considerando-se que os preços de ativos, como ações e títulos públicos, são influenciados pela percepção, tal pressão irá dissuadir vários países de recorrerem a esta medida.
  • Todo e qualquer país requerente terá de concordar em apresentar uma redução nos seus déficits e um completo programa de reestruturação económica, ambos os quais provavelmente virão acompanhados de grandes custos políticos e uma grande dose de turbulência económica no curto prazo.
  • O BCE irá comprar títulos no mercado secundário para ajudar países problemáticos somente se o Fundo Europeu de Estabilização Financeira e o Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira, ambos os quais estão bastante carentes de recursos, se comprometerem a atuar em conjunto e utilizar os seus fundos na operação.  O Bundesbank há muito tempo que afirma que o BCE não deve ter carta branca para abusar de seu poder de criar dinheiro artificial.  Sempre que isso for feito, os custos serão espalhados para o resto da Europa e também para o resto do mundo através do FMI.
  • O apoio do BCE será limitado à compra de títulos com vencimento máximo de três anos.  Desnecessário será dizer que nenhum membro problemático da zona do euro conseguirá resolver seu problema de endividamento excessivo caso se limite a tomar continuamente empréstimos de curto prazo na esperança de que esta ação do BCE irá ajudá-lo.
  • Todas as compras de títulos realizadas pelo BCE serão executadas exclusivamente no mercado secundário, desta forma realizando o objetivo alemão de fazer com que o BCE não permita que um país seja compulsoriamente obrigado a financiar diretamente qualquer outro membro da zona do euro.

Enquanto vários comentaristas económicos conjeturaram que a Alemanha havia finalmente cedido às demandas queinesianas de dinheiro fácil e barato de seus países vizinhos ("dinheiro para cima dos desejos/direitos" bem ao gosto dos partidos-fada-do-lar ou Xoxiais-cál-quer-cóisinha), a realidade parece indicar o contrário: a Alemanha foi especialmente bem-sucedida em impor sua vontade financeira ao resto da zona do euro.



Estas substanciais e importantes concessões feitas à Alemanha passaram amplamente despercebidas pela “opinião pública”, mas depressa irão ser percecionadas no bolso de qualquer europeu.

 



publicado por monge silésio às 10:00
Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

Não fui à manifestação.

A generalidade do debate:

as "pexoas" dizem, não pensam, reagem:

a quente, a frio, a morno ...

e, sobretudo, reduzem tudo ao esquemático colocando  um título, uma palavra-chave. Tudo se reduz a tal. 

No fundo, tudo para evitar a discussão, tudo para não saber, ou não mostrarem o que optam, e porque optam...

Há na maioria das pessoas um fundo pina-maniqueiro, de rato de Inquisição, de bufo que odeio. Lhes seja dada uma toga ou beca e eis ... !

Os dedos acusadores, amiúde com unhas em sangue roídas até ao sabugo, provêem habitualmente da mais bronca e limitada gente.

Algum desses monumentos à inteligência sabe oferecer discussão limpa, clara, fundamentada ?



publicado por monge silésio às 00:51
Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

 

 Seja do lado franquista, seja do lado estalinista, não se esquece uma boa parte do Melhor de Espanha.

 

(querendo abreviar cfr. minuto 47)
(Enquanto Conselheiro da Ordem Pública, respondendo directamente perante Largo Caballero, foi o responsável pela aplicação do terror de massas, pela coordenação das duzentas checas existentes em Madrid, assim como da gestão dos massacres multitudinários de Paracuellos del Jarama, onde em inícios de Novembro de 1936, foram executadas cerca de 3 000 pessoas tidas por inimigas da República. A maioria dessas vítimas eram padres, religiosas - algumas de setenta e oitenta anos de idade - membros da aristocracia, simples professores, comerciantes e até crianças de colo.
Há poucos anos, familiares e descendentes das vítimas moveram uma acção a Carillho, ao PCE e ao governo espanhol. A acção judicial foi recusada por Baltasar Garzón (que a bandalheira popularucha tanto aprecia mas ignota), o homem que provocou a detenção de Pinochet com o argumento do envolvimento do ex-chefe de Estado chileno na desaparição de 3000 opositore).

 



publicado por monge silésio às 00:27
Sábado, 15 de Setembro de 2012

1. Fui contra os cortes nos salários. É uma desvalorização do factor trabalho, como dignidade, como valor firme, em toda a linha. É certo que na óptica do contribuinte é uma despesa, mas não é só a ótica do contribuinte que importa na universalidade de um sentido comum de valor.

 

2. Mantenho dúvidas sobre a legitimidade dos cortes nos subsídios. Mas muito rapidamente a ter que decidir agir teria suportado a validade dos cortes. São acessórios aos salários. O salário é a contrapartida do trabalho. E seja qual fôr merece dignidade e assim respeito.

 

3. Quando ouvi o anúncio do Sr. Primeiro Ministro fiquei atónito: o trabalho a pagar o capital? Mantenho o espanto. Se o valor do Trabalho é assim tratado pelos últimos dois governos de Portugal, algo vai mal na visão do Mundo.

 

4. Vejo uma proposta do Dr. Tavares Moreira que me parece proporcional juridicamente falando, e meditando axiologicamente.

 

Aqui: http://quartarepublica.blogspot.pt/2012/09/guerra-da-tsu-nao-havera-alternativa.html



publicado por monge silésio às 17:07
Sábado, 15 de Setembro de 2012

...a impreparação apludida, bajulada.

O Poder, mesmo corrupto, tirano ou simpático, teve tempos de contenção, de reserva ... outrora não teriam cometido idênticas figuras? ; agora é às claras... Vivemos, sem dúvida, tempos de agonia civilizacional.    

 



publicado por monge silésio às 16:53
Sexta-feira, 14 de Setembro de 2012



publicado por monge silésio às 11:38
 
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