Sábado, 21 de Julho de 2012

José Hermano Saraiva visto de outra forma, (mais um que julga que o "verdadeiro" é o núcleo do real): http://aterceiranoite.org/2012/07/20/o-verdadeiro-j-h-saraiva/



publicado por monge silésio às 09:41
Sexta-feira, 20 de Julho de 2012

 Faleceu José Hermano Saraiva. Levava a História pátria aos lares do grande público de forma clara, vivencial. Escreveu a "História Concisa de Portugal" que já ia na 25ª ed., e foi traduzido para chinês ou alemão. Poucos o conhecem como jurista. Escreveu desde os finais da década de 40. Eis títulos das suas obras: O problema do Contrato,A revisão constitucional e a eleição do Chefe do Estado, Non-self-governing territories and The United Nation Charter, Lições de Introdução ao Direito, A Crise do Direito; Apostilha Crítica ao Projecto do Código Civil;  A Lei e o Direito. Como jurista inseria-se na escola organicista do Direito, soberanamente ética, próximo de Álvaro d`Ors.



publicado por monge silésio às 22:53
Quinta-feira, 19 de Julho de 2012
Huerta De Soto explica de forma clara  o que se passa e o que se deve fazer (cfr. 1h 01m 26s). A culpa não é dos mercados, mas de governos irresponsáveis saciadores de desejos sob a capa de "direitos" e manipulações dos bancos centrais nas economias. Mas o pensamento único, estandardizado parece manter-se...
 
 

 



publicado por monge silésio às 22:11
Quinta-feira, 19 de Julho de 2012

1.- David Cameron afirma que a austeridade durará até 2020. Cavaco Silva está convencido que lá para o ano Portugal regresse aos mercados. Isto nada tem a ver com credibilidade. Tem a ver com noção da realidade.

 

2.- Foi com uma lagrimazita no olho que encontro um caderno onde escrevia. "Cavaco Silva é idolatrado por uma direita burguesa, uma esquerda social, e tem as paróquias como amanuenses. É Queinesiano, e pior!, profundamente estatista. Foi Ministro do Plano da AD. O seu partido acolhe tudo e todos, promete e cumpre (rouba) o que é do erário público, enxameia o aparelho estatal ... um cartão jota vale mais que uma licenciatura..."(27-7-1992)

 

3.- Onde buscar dois mil milhões para compensar os subsídios? Linha de partida: aos cabeleireiros, aos mecânicos, aos restaurantes. Esta medida dirige-se pois à classe média-alta. Esta medida propicia um acordo entre o mecânico e o cliente quanto ao preço. Esta medida é inútil. Revela simples desconhecimento da realidade do país.

 

4.- Estudar, estudar.

 

5.- Sobre a Síria, a UE diz zero.

 

6.- Falta dinheiro no orçamento da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. (sendo Angola e Brasil membros, dá para concluír...)

 

7.- Todos os anos incêndios. É Verão. As matas estão secas. O RSI é para quem tem direitos.



publicado por monge silésio às 21:13
Domingo, 15 de Julho de 2012

...que a Constituição não passa de um menú de desejos quando a populaça enche o Pingo Doce, é certo;

...que a tropa é uma ficção; que gentalha aflita por duas décadas de "bem-estar" fincam as garras e mordem quem delas se aproximar com a candeia do bom senso;

...que os jornalistas são mujiques em batalhas de lama, servindo a quem lhes paga e não a verdade;

...que o país foi rapinado até ao osso com requintes de selvajaria por verdadeiras cliques predatórias - inimigos internos mais insensíveis que janízaros - e absolutamente, inconscientemente, criminosas;

...que os portugueses, roubados, cuspidos, empobrecidos, ameaçados e chantageados, são agora espoliados nos seus últimos haveres, ou convidados a sair do seu próprio país por um regime que inscrevera no seu frontão de promessas "a paz, o pão, a educação, a saúde e a habitação" (lembram-se da cantilena?) e na esquina do edifício as prostitutas eleitas pela vil parolada bramiam o jaez "demo-cristão", social-democrata", ou "socialismo democrático";

...que tudo foi feito em nome do "bem-estar", da "liberdade", da "democracia" e da "Europa"; que socialistas, comunistas, mrpêpistas de ontem,  eram e são-no, todos, nomes diversos para o mesmo flagelo; que a palavra de um ministro, de um director-geral, de um bispo, de um magistrado valem menos que as juras de uma prostituta, de um zé ou de um assaltante de estradas...

Quando isto acontece e a esperança morreu, uma clara sensação de fim de era pode convidar ao suicídio. Porém, os povos não morrem assim. Estamos, meus amigos, à beira de algo que vai acontecer mais cedo do que pensávamos. Disso estou tão certo como a inelutável marcha dos ponteiros de um relógio.
 
Que vergonha estarmos desterrados na nossa própria terra.


publicado por monge silésio às 11:12
Domingo, 15 de Julho de 2012

1.- Antes das formas humanas, há a vida.

 

2.- A lei é uma comunicação com expressão de vinculação universal de valorização e determinação entre titulares da "razão" e que organiza relações bilaterais ou multilaterais entre os mesmos.

 

3.- O Direito carece de dinheiro para funcionar.

 

4.- Em nenhum momento, o TC veio dizer que se impunha o corte aos subsídios do privado. A dedução revela má-fé e "desejo".

 

5.-Os desejos são infinitos, os recursos finitos.

 

6.- Na sua entrevista o Presidente do TC (entidade que muito respeito, como "primo" ser humano (universalidade), "secundo" como titular do sistema político (particularidade), e "tertio" como meu professor (individualidade) vem distinguir o capital e o trabalho. Será que entender que por capital a tributar mais gravosamente se deve entender os lucros das empresas produtivas, que no actual contexto lutam desesperadamente pela sobrevivência ou dão ao País um contributo inestimável para ultrapassar o grave desequilíbrio que tem afectado a economia mediante um incremento notável das exportações de bens e de serviços...será este o momento para lhes impor mais um sacrifico? Se assim é, é certa a ruína.

 

7.- O Direito deve acompanhar a economia, e não imaginar que a mesma não existe, sob pena...sob pena de a uma economia de guerra (a que vivemos há 2 anos) se tornar num estado de excepçãoem que o uso da força suplantará o "verbo".



publicado por monge silésio às 10:43
Sábado, 14 de Julho de 2012

1. Foi a frase de Paulo Portas à pergunta formulada por um membro da mais destacada classe do ruído sobre o ministro Miguel Relvas.

 

2. Num país de papéis, de burocracia criativa e estabilizadora de dezenas de milhares de funcionários, comungado a uma inveja cada vez mais evidente, foi a resposta mais adequada ao tema.

 

3. Quantos ministros por esse mundo fora estão encartados com o título da licenciatura e conduziram seus povos à bancarrota? Que nexo há entre a licenciatura de Miguel Relvas e o seu ministério? Por último, quantos graus académicos no mundo são conseguidos dessa forma, ou até de formas ainda mais facilitadas?

 

4. O mundo não nasceu agora. Não está em causa a licenciatura de um ministro, está em causa saber se o ministro desempenha o seu papel, e a meu ver, sofrível. Quantas autarquias foram extintas? Que dizer da RTP? Por exemplo. Não interessa a pessoa, interessa as suas ideias e o que faz.

 

5. O resto é conversa para a criadagem se divertir na cozinha. Vou almoçar.



publicado por monge silésio às 13:24
Segunda-feira, 09 de Julho de 2012
Quando a espoliação se torna um meio de vida para um grupo de pessoas, elas criam para si próprias, ao longo do tempo, um sistema legal que autoriza este acto, e um código moral que o glorifica.

Frédéric Bastiat


publicado por monge silésio às 23:37
Sexta-feira, 06 de Julho de 2012

1. O TC tomou a decisão sobre os subsídios.

2. O Governo poderá repôr a igualdade com cortes dos subsídios do privado...

 

3. Não há dinheiro.

4. Não somos nós portugueses que carregamos no botão para as impressoras fazerem dinheiro. A Europa está em vias de extinção, e pode não haver mais dinheiro para nos emprestar.

5. As hesitações dos últimos 2 anos, as tricas norte-sul deram mais desconfiança a quem está no mercado. A hecatombe adivinha-se.

6. Afinal podemos estar mais próximos da Grécia...

7. Foram as escolhas que fizemos como comunidade durante 20 anos...as escolhas xuxiais-cál-quer-coisinha.



publicado por monge silésio às 09:30
 
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