Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

Portugal, like most european countries, is a strong ...nanny state... where the left has won the media debate to a level that all parliament parties defend interventionist policies, with some variations on depth and underlying social values.

SocialAn´thing is ...only possible until the state runs out of other people’s money and Portugal is at that point.

This is an opportunity to demonstrate that in Economics it is not true that “Resources are unlimited, Needs are limited and in need of stimulation” but rather than “Needs are unlimited, Resources are limited and should be spent as efficiently as possible”. And efficiently according to the subjective value theory, not according to the Marxist value theory, i.e., with the center place giver to the consumer, and not to the worker.



publicado por monge silésio às 20:36
Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

Gaanda governo, ganda poder local. E ainda diz esta gentinha que a carga fiscal é insuportável e que, num futuro próximo, é preciso baixar os impostos.

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Agora são os desgraçados dos cidadãos, dos senhorios e dos proprietários, dos que fazem coisas, que vão pagar as irresponsabilidades, as gestões danosas e as corrupções de muitos responsáveis políticos ao longo de anos e anos de democracia dos desejos, de palminhas e palmões nas festas corta-fitas a que o zé- pacóvio era convidado e "achava bem porquie sim, era para o puôbo", enfim : "politicas pás pexoas".

*

É por estas e por outras que, nesta Pátria sempre falida, seja a esquerda, folclórica ou socialista, e seja a direita paroquial demo-cristã ou dita liberal, são uma e a mesma coisa: ser rico é mau (oportunista, explorador ou pecaminoso), a não ser o próprio, não acreditam no mercado (ora propicia o pecado de Narciso, ou a abstratividade da formalização do poder da superestrutura (os -erdas falam assim, a sério...) e num Estado que não mate os cidadãos, as empresas e a economia. O diabo que os leve. Para o inferno com as suas mentiras, com os seus impostos, com as suas proibições xuxio-sanitárias.

 



publicado por monge silésio às 20:11
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

Exato, há vida no Hemisfério Sul. E é preciso saír do sofá, uma vez que esta gente mantém o social-demoxuxialismo ... mesmo dizendo "liberal" para pacóvios e paroquiais ficarem descansados.

Agora, não pensem que aquela malta da Austrália ou de Singapura venha para aqui investir. Não gostam de pagar impostos, não pedem emprestado, porque têm mais que fazer...e as gerações futuras agradecem.



publicado por monge silésio às 16:49
Domingo, 27 de Maio de 2012

Lagarde exprimiu o pensamento correto.

Preocupa-se com as crianças do Níger. E bem. O Níger só dá aos seus, o que produz, mas não incomoda o contribuinte europeu.

Os gregos não se preocuparam com o contribuinte belga, francês, ou alemão…e muito menos com as crianças gregas. Fazem batota há uma década, não cumprem há dois anos.

Por isso, saibamos respeitar o povo grego, a sua democracia, as suas escolhas. Os contribuintes europeus têm também a sua palavra, e os eleitores gregos sabem-no. A melhor escolha é a do Povo. O resto, o resto é a circunstância...



publicado por monge silésio às 11:17
Sábado, 26 de Maio de 2012

1. O ministro da Economia espanhol assinalava a 12 de maio que cerca de 15 mil milhões dava para ajudar a banca espanhola.

 

2. O Bankia já pede 19 mil milhões.

 

3. O que há por aí a mais é tiros no escuro, frases do país mágico.

 

4. Importa agora recordar a excelência das autonomias espanholas, e o nível de préstimo social em Espanha...

 

5. Só que, descendo ao mundo real, abstraído dos desejos, a Catalunha já pede ajuda...

 



publicado por monge silésio às 17:44
Sábado, 26 de Maio de 2012
«Por um reflexo próprio de quem não quer saber de más notícias, raramente olhamos o resto do mundo e reconhecemos que a matéria-prima barata por nós controlada [países ocidentais], acabou; que a pressão sobre o custo dos alimentos aumenta, à medida que mais gente na China, na Índia, no Brasil, por todo o lado, vai saindo da miséria; que a globalização está a nivelar o mundo - que um lado fica mais rico e, como é óbvio, do nosso lado fica mais pobre

Henrique Monteiro, in Expresso, 26-05-2012

1. ---Só agora perceberam????????????????????????????????????????????

 

2. ---Mesmo assim, o articulista pensal mal, as trocas voluntárias (sem o funcionário do estado) e o  necessário aumento de trocas não implica necessariamente que um fique rico e outro pobre! Henrique, aconselhe-se com quem sabe, por mim aconselho-o o clássico Adam Smith, sim, "A Riqueza das Nações", que o sistema educativo português teima em não dar a conhecer...

 



publicado por monge silésio às 17:32
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

1.É verdade que não existe o proletariado, há consumidoriado. Para aumentar o consumo interno alemão e assim aumentar exportações dos devedores, aumenta-se os custos do trabalho alemão.

 

2. Funciona a dois ou três anos? Talvez. Mas a longo prazo, é o suicídio europeu.

 

3. Sem indústria e energia, com as prestações sociais prometidas a subir (envelhecimento), a Europa definha...

 

4. Há grandes festas na Ásia e no Hemisfério Sul.



publicado por monge silésio às 11:19
Terça-feira, 22 de Maio de 2012

1. Vem agora um estudo assinalar na sua globalidade o rumo certo do Governo. Assinala como erro o corte dos salários e o otimismo dos dados estatísticos. Li o estudo. Puxei da cartilha que os néscios e mal-intencionados chamam de “neoliberal” (em Portugal, repito-o, não há mais que uma dezena de liberais no verdadeiro sentido da palavra) e concluí duas coisas.

 

2. Em primeiro lugar, o corte dos salários foi um erro, não porque pessoalmente me afete (seria argumento idiota que os soberanos de 4 em 4 anos (os eleitores) confundem, atiram, sem qualquer noção de volumetria), mas porque deu um sinal à sociedade civil que o direito de propriedade (o salário de cada um) não está completamente assegurado aqui no nabal. Mais, colocou algo que o Estado nunca deve fazer: arbitrariamente desviar-se da confiança que toda a norma impõe. Haver regras e assim confiança é antecipar com alguma eficácia a negação da incerteza do futuro. Se eu estou num cruzamento com o sinal verde, tenho confiança que outros automobilistas estarão parados, prevendo assim a minimização de riscos que a própria condução automóvel traz consigo.

 

3. É nas tarefas do Estado, nos serviços que presta que o Estado tem de cortar. Seja na saúde, na educação, nas prestações sociais. Quanta despesa é feita na saúde com apoio de médicos e conselhos de administração na área do medicamento e equipamento de saúde? Quanta despesa é feita na educação com o aluno que pura e simplesmente é repetente de mau? Quanta despesa é feita àquele em quem é entregue a prestação social e vive à sombra do biscate e da bananeira?

 

4. O pagamento de algo serve para dizer que aquele algo tem valor, e não para cumprir um abstrato direito (direito-sem-norma). Na educação por exemplo deve existir pagamento sempre, pois trata-se de um valor a reproduzir para o próprio e para a comunidade, limitando-se nas fases finais do secundário e no ensino universitário àqueles que pura e simplesmente revelam condições para aceder ao conhecimento. Não se forçam maratonistas…A sociedade deve contribuir para que todos saibam escrever, contar, interpretar, memorizar, só. O resto, o resto é com o meio e a circunstância de cada um…

 

5. Em segundo lugar, num país em que se olha ao rico com malícia, que se olha ao “ter” com inveja, e ao “espaço público” como oportunidade, é uma sociedade que pede emprestado, viverá do emprestado, e sucumbirá ao emprestado, logo desemprego. Só se reduz o desemprego com …empresas, e não com “programas”; e as empresas nascem do valor de cada um, e não porque o balcão público o decide. O desemprego subirá, mas subirá mais que meras décimas…e isso a Grande Ilusão não o afirma.

 

6. A“Troika” só vem dar uma aspirina nesta enfermaria, mas há uma grande gripe, e todos olham e esperam as soluções do Conselho de Administração.

 

7. Não é com surpresa que leio o que a OCDE agora diz. Foi à gargalhada que ouvi os “donos do nabal” virem dizer  que a recessão termina no final de 2012…

 

8. Só com redução de salários através do mercado, e não por decreto; só com  eliminação de muitas prestações sociais (o RSI e a limitação do subsídio de desemprego ao Salário mínimo nacional p. ex.); só com a centralização da maior parte das funções do Estado, e sua parcial eliminação; com a redução da idade mínima no mercado do trabalho; com associações voluntárias de formação (cesteiros, agricultores, canalizadores etc.); só com respeito e iniciativa aos idosos e pelos idosos; com uma justiça eficiente, decisória e respeito pelas decisões locais (sendo absolutamente excecional o recurso) é que isto ia lá...e depressa.



publicado por monge silésio às 14:08
Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

 

1. Em primeiro não conheço uma única medida concreta dos do “crescimento”. Então o que se critica? Temos que julgar, a partir dos factos repetidos na História.

 

2. O tal “crescimento” só pode ser realizado com…investimento público (dinheiro dos contribuintes ou emprestado). Não há contribuintes. E pedir emprestado…com “rating” de “merda” é impossível.

 

3. Então, onde buscar dinheiro? Os otimistas vêm com as exportações…Não chega, e acabará com o rápido abandono da massa encefálica deste país ou até continente.

 

4. Só com o investimento estrangeiro. Mas:

 

a) Alguém no seu perfeito juízo investirá num país com uma carga fiscal superior a 38% para pessoas que querem ganhar dinheiro entre nós?

b) Alguém investirá cá com uma legislação protetora do abstrato coitado que é o trabalhador? Ou da garantia do seu permanente local? Ou da falta de flexibilização da categoria profissional?

c) Alguém investirá num país em que um cheque (onde está declarado um direito) ou uma sentença condenatória em uma quantia (em que foi discutido um direito) passe pelas vicissitudes legais que existem e que privilegiam quem é mau pagador?...e assim dá um sinal à sociedade que mais vale a pena não pagar?

d) Alguém investirá num país em que um cidadão nacional diz a outro “10 min” e demora “30 min”, ou que fala como se os outros tivessem que estar na cabeça dele (“mais ou menos”, “espere…um bocadinho”)?

e) Alguém investirá num país com uma geração que estudou, mas não leu, passou os anos escolares, não sabe mas “acha”?

f) Alguém investirá num país em que um licenciamento de obra demora pelo papelucho do autarca local dois anos e com “sorte”?

 

5. É evidente que não.

 

6. Falemos do continente. Quando a taxa de juro é mínima, o capitalista (aforrador) não deposita o dinheiro, investe. Mas investir num mercado necessariamente globalizado é aferir dos custos ao nível planetário. Qual é o custo maior da Europa? Os salários e a seguir a carga fiscal e segurança social. Está tudo dito ou é preciso um desenho?

 

7. Mas então não pode o nosso amigo capitalista investir? Pode, mas dura cinco anos na Europa.

 

8. E não pode poupar? Pode mas ganha uma taxa de juro (o salário do dinheiro) de máximo de 6%, quando no Brasil por exemplo é de 9%... está bom de ver que nem poupar por aqui dá.

 

9. Mas há dinheiro, dizem uns. Onde? …na Alemanha. A Alemanha é agora credora, mas depressa vai perceber que não pode subir salários acima de 3%, pois vende mas para onde vende o local está endividado e pode não pagar, como depressa veremos. Mas pode vender para Chile, Índia, Malásia? Pode, mas tem que baixar os salários…

 

10. Crescimento, sim, com certeza, mas … com menos desejos e luxos. E os desejos e luxos são os tais direitos sem norma : os direitos à educação, à saúde, e à vida paga na hora da morte. O resto, o resto é ilusão. A não ser que…

 

11….se fabrique moeda! Outra ilusão. Dinheiro sem correspondência física, valor. A inflação pôs Hitler no poder. A inflação é um imposto oculto, imparável, e incontrolável. A Europa tem que escolher.



publicado por monge silésio às 23:25
Domingo, 20 de Maio de 2012

1.Os portugueses, que não viram, não quiseram ver e tudo fizeram para chegarmos ao descalabro presente.

 

2. Esquecem-se da galeria infinda de crápulas, idiotas rapaces, locupletadores e bandidos sorridentes que centuriaram pelos seus os dinheiros oferecidos a fundo duplamente perdido pela injustamente caluniada Merkel e seus predecessores.

 

3. Foram décadas de mordomias e sinecuras, milhares de milhões enterrados em elefantes brancos, pagos a amigos e camarilhas, das câmaras às juntas, às fundações e institutos, betoneiras, futebóis,  viagens e lugares destinados a "grandes senhores" e "grandes senhoras" que nunca estudaram, nunca trabalharam e a isso se habituaram.

 

4. Os meninos indignados - essa burguesia inútil, reivindicativa e parasitária produzida por um regime que acanalhou os portugueses até às fezes - podiam por de lado os seus "ipod", as mesadas dos pais que os alimentaram e pagaram os estudos até aos 35 - e fazer uma revolução a sério. Não, essa gente não vai fazer revolução alguma, pois em Portugal, as revoluções não passam de pacóvias alterações à ordem pública, começam às 10 e acabam às 13, quando a fome convida a uma passagem pelo fast food e a "sandes".
 
5. É uma cobardia insultar um homem público no espaço público, sobretudo quando se tem a quase certeza da impunidade. Passos Coelho, pelo menos, não está indiciado em terríveis casos de roubo organizado, não fugiu para o estrangeiro e tenta, talvez tolamente, ser fiel ao seu fardo.


publicado por monge silésio às 10:00
 
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